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ANO 2012…
O fogo, na lareira, a crepitar,
Mas, o frio, pelas frinchas a entrar,
Deixa, nossa alma, sem calor;
Este Ano Novo trouxe-nos tristeza,
Pois falta o essencial, há mais pobreza,
Sem paz no dia a dia e sem amor.
Ano dois mil e doze – interrogação,
Pergunta-se e bem se há ‘ma solução,
Equilíbrio e fé também bonança;
Depois da crise e vento que virá?
A esperada mudança surgirá…
Solidariedade e… esperança.